Divulgar, questionar, desenvolver conceitos e buscar sinergias entre as áreas de Supply Chain, Logistica, Operações, Suprimentos e Compras. Trabalhar nos conceitos de Supply Chain e promover publicações e palestras sobre o tema.
Controle de Inflação e Custos nas Organizações II
Bem, como podemos controlar os custos dos materiais usados nas organizações?
Uma boa alternativa é montarmos uma planilha eletrônica de controle, onde faremos a projeção dos aumentos e reduções de custos. É de suma importância, envolvermos os negociadores, compradores e gestores de Compras, onde os mesmos devem coletar informações no mercado e ajustar as projeções dos custos.
Controle de Inflação e Custos nas Organizações I
Uma das tarefas importantes dos gestores de uma organização é o bom controle das movimentações dos custos, ou seja, os custos internos da empresa estão diminuindo ou aumentando? Além disto, o que acontecerá nos próximos 3 ou 4 meses? Esta é outra habilidade necessária do gestor, porque com uma boa projeção de custos,protege-se as margens dos produtos da companhia. Como fazer isto? Como proteger as margens e os custos da empresa?
Algumas respostas para as perguntas acima estão diretamente ligadas a termos ou construirmos um sistema inteligente de projeção de custos e de inflação interna. Para isto, podemos comprar um software, se eles existir, ou construirmos um sistema de controle baseado em planilhas eletrônicas...
Código de Barras I
O que vou abordar aqui é temos que avaliar com frieza onde usar, como usar e quando aplicar o códigos de barras nas empresas.
O foco principal neste manuscrito será a aplicação em empresas montadoras do ramo metal mecânico, principalmente nos almoxarifados destas.
O principal cuidado é na escolha da tecnologia e o redesenho de processos no fluxo dos materiais, pois este é um bom momento para as melhorias nos fluxos de informações e de produtos dentro dos almoxarifados.
O foco principal neste manuscrito será a aplicação em empresas montadoras do ramo metal mecânico, principalmente nos almoxarifados destas.
O principal cuidado é na escolha da tecnologia e o redesenho de processos no fluxo dos materiais, pois este é um bom momento para as melhorias nos fluxos de informações e de produtos dentro dos almoxarifados.
Demanda Dependente e Independente II

Bem, continuando a falar sobre as Demandas Dependente e Independente, pode-se explorar mais o tema, inclusive ligando-o com o Sistema Toyota de Produção.
Qual é este link com o sistema Toyota?
O principal deles é que a Demanda Independente pode ser acionada pelo Kanban, não dependendo de itens pais ou de ordens de fabricação vindas do PCP. Logo, o Kanban é uma ferramenta que gera a demanda independente.
Inflação III
Como já descrito nos blocos anteriores, estamos vivendo um momento da retomada da pressão de preços.
Quando passamos por estes períodos, é importante planejar bem os movimentos dentro das organizações.
Podemos usar de algumas artimanhas para reduzir o impacto inflacionário, ou seja, planejar os aumentos e repasses nos custos, logo minimizar as perdas, ou até anulá-las. Outro caminho é planejar e retomar as reduções de custos nos materiais diretos, porque sempre temos como renegociar alguns contratos, alterar algumas especificações de engenharia, importar de algum pais em que este insumo esteja com um bom preço ou até fazermos um bid, estabelecendo assim uma nova base de custos. Observem estas dicas!
Quando passamos por estes períodos, é importante planejar bem os movimentos dentro das organizações.
Podemos usar de algumas artimanhas para reduzir o impacto inflacionário, ou seja, planejar os aumentos e repasses nos custos, logo minimizar as perdas, ou até anulá-las. Outro caminho é planejar e retomar as reduções de custos nos materiais diretos, porque sempre temos como renegociar alguns contratos, alterar algumas especificações de engenharia, importar de algum pais em que este insumo esteja com um bom preço ou até fazermos um bid, estabelecendo assim uma nova base de custos. Observem estas dicas!
Inflação II

Pois é, a inflação nos insumos industriais já está mostrando as suas garras.
Algumas das principais commodities já estão pressionando a base industrial por aumentos, até porque, alguns materiais no mercado internacional recuperaram seus preços.
Neste momento devemos ter muita atenção com as carteiras de pedidos e os negócios que estamos prospectando, pois um negócio bom hoje, poderá ser péssimo amanhã quando este aterizar dentro da organização.Talvez seja importante reavaliar o plano de projeção anual no orçamento, e ficarmos atentos para as movimentações das cotações dos preços no mercado.
Inflação
Muito cuidado devemos ter neste primeiro semestre de 2011. O planejamento de produção e orçamentação deverá estar afinada, pois do contrário teremos problemas nas projeções das margens de lucro das organizações.
Os insumos estão sofrendo com a pressão inflacionária e com a falta de planejamento das empresas, porque a produção ainda está em alta e consequentemente, os materiais são aumentados em seus preços.
Os insumos estão sofrendo com a pressão inflacionária e com a falta de planejamento das empresas, porque a produção ainda está em alta e consequentemente, os materiais são aumentados em seus preços.
Plano 2011 O que fazer?
Vamos avaliar friamente os dados e informações que estão rodando no mercado. Temos vários "lados" e direções opostas. Os economistas apontam dolar, taxa de juros e outros indíces que divergem. Além destes, as commodities estão variando muito, com um desvio padrão nas cotações muito grande, ou seja, podem aumentar em 2011, mas podem cair. Será muito complicado montar um planejamento para projetar o 2011 e chegar perto de um número que satizfaça as empresas e seus resultados.
A minha sugestão é projetar planos somente para 3 meses para frente, esquecer o anual, pois as carteiras de pedidos estão cheias e qualquer erro poderá ser fatal para os lucros das organizações.
A minha sugestão é projetar planos somente para 3 meses para frente, esquecer o anual, pois as carteiras de pedidos estão cheias e qualquer erro poderá ser fatal para os lucros das organizações.
2011

Estamos nos preparando para os planos e orçamentos nas empresas para 2011.
Será um grande desafio montar um planejamento para 2011, pois o Brasil está em amplo crescimento, mas existem problemas estruturais para serem resolvidos que levarão alguns anos.
A Europa parece retomar depois da crise, mas ainda é uma retomada lenta, somado a isto, os caminhos que o Euro será colocado.
Além da Europa, os USA, estão começando a reagir e retomar também o crescimento.
A China até agora não parou de crescer e parece que não vai ser ano que vem que os chineses vão diminuir a corrida, com isto as commodities metálicas e outras podem retomar a alta nos preços e pressionar a inflação.
É, são vários fatores importantes para serem avaliados e levados em consideração antes da montagem de um planejamento para 2011, temos que ter cuidado e cautela!
Gargalos de Produção

Estamos em um bom momento no Brasil, onde a economia está crescendo em vários setores e com isto aparecem os gargalos brasileiros. Alguns deles são importantes e necessitam de investimentos em grande monta e demandam longo tempo para retomar a normalidade. Estamos falando do gargalo lógístico, onde este afeta os portos, aeroportos e estradas, não nos esquecendo também das estradas de ferro que praticamente não existem em quantidade mínima para transportar grandes quantidades de cargas e passageiros.
Necessitamos avaliar com cuidado os investimentos nas empresas que atuamos e buscar uma melhor economia no aspecto logístico, pois este será o tema para os próximos anos no Brasil.
O que mudou desde setembro de 2010 no Brasil?
Retomada
Temos vários indicadores que o crescimento do mercado brasileiro está acontecendo.
O ritmo de emprego está bom, as projeções do PIB estão otimistas e inclusive uma retoma de pressão inflacionária que está mostrando suas garras.
Com estes senários, os gestores nas áreas de Compras, Logística e Materiais devem tomar cuidado com o abastecimento de suas empresas e com a retomada da pressão por melhores preços pelos parceiros fornecedores. Observar os gargalos de produção e tomar medidas de contenção, evitando surpresas no fornecimento. Tivemos bons momentos ano passado para a busca de alternativas de fornecedores e desenvolvimento de novos parceiros, com isto estes trabalhos darão frutos em 2010.
O ritmo de emprego está bom, as projeções do PIB estão otimistas e inclusive uma retoma de pressão inflacionária que está mostrando suas garras.
Com estes senários, os gestores nas áreas de Compras, Logística e Materiais devem tomar cuidado com o abastecimento de suas empresas e com a retomada da pressão por melhores preços pelos parceiros fornecedores. Observar os gargalos de produção e tomar medidas de contenção, evitando surpresas no fornecimento. Tivemos bons momentos ano passado para a busca de alternativas de fornecedores e desenvolvimento de novos parceiros, com isto estes trabalhos darão frutos em 2010.
Desenvolvimento de Fornecedores III
Realmente, temos que fazer um bom desenvolvimento de fornecedores em nossas companhias, pois as organizações dependem dos seus parceiros para manter os negócios e perpetuar a empresa. Além dos portões das empresas, temos os fornecedores, ou seja, dependemos da performance dos parceiros, porque quando necessitamos aumentar a produção dependemos dos mesmos para acegurar a produtividade interna. Concluindo, temos que desenvolver os fornecedores e manter uma boa sintonia com os mesmos.
Desenvolvimento de Fornecedores II
Não é fácil desenvolver fornecedores, porque faz-se necessário um relacionamento de colaboração entre as partes e uma mudança na postura, muitas vezes esta equação é mal vista pela auditoria da grande empresa, que cobra um aumento na concorrência mercadológica (GASNIER, 2007).
Muitos fornecedores não possuem recursos financeiros para investir em treinamento, consultores, máquinas e processos exigidos pelas grandes organizações que montam produtos finais, logo o desenvolvimento e o apoio para as MPES são primordiais (GASNIER, 2007).
Um dos trabalhos interessantes para as empresas compradoras é a busca por materiais ou fontes alternativas de suprimentos, mas infelizmente, em muitos casos não encontramos o fornecedor com o produto final pronto ou com o processo de produção desenvolvido, logo temos que investir tempo e dinheiro nas fontes atuais para torná-las capazes de suprir as necessidades da montadora ( DIAS, 2003).
Muitos fornecedores não possuem recursos financeiros para investir em treinamento, consultores, máquinas e processos exigidos pelas grandes organizações que montam produtos finais, logo o desenvolvimento e o apoio para as MPES são primordiais (GASNIER, 2007).
Um dos trabalhos interessantes para as empresas compradoras é a busca por materiais ou fontes alternativas de suprimentos, mas infelizmente, em muitos casos não encontramos o fornecedor com o produto final pronto ou com o processo de produção desenvolvido, logo temos que investir tempo e dinheiro nas fontes atuais para torná-las capazes de suprir as necessidades da montadora ( DIAS, 2003).
Desenvolvimento de Fornecedores
O processo de compras é extenso e envolve mais atividades do que aquelas diretamente relacionadas com a movimentação de materiais e armazenagem de mercadorias, mas também a seleção de fornecedores, sendo que esta escolha envolve alguns atributos importantes, como: preço, qualidade, continuidade de fornecimento e localização. Um aspecto relevante é a localização, pois esta está diretamente ligada aos custos de logística e ao tempo de suprimento. Se possuirmos fornecedores perto do ponto de uso da linha de montagem, podemos diminuir os estoques de segurança e assim melhorarmos o fluxo de caixa da organização, além da redução dos custos com transporte, por isto é primordial desenvolvermos fornecedores bem localizados. BALLOU (1995).
O desenvolvimento de fornecedores é um dos fatores críticos de sucesso para grandes empresas, pois se não tivermos bons parceiros na cadeia de suprimentos, a qualidade, a pontualidade e a velocidade de lançamento de novos produtos serão impactados negativamente. É muito mais importante desenvolver fornecedores quanto seleciona-los, pois este é um trabalho árduo e de longo prazo, necessitando esta atividade sempre ativa e com um bom planejamento. Quando desenvolvemos fornecedores, a empresa que usa esta política de suprimentos compromete-se com o futuro da comunidade como um todo, aumentando o recolhimento de impostos e gerando empregos na região (GASNIER, 2007).
O desenvolvimento de fornecedores é um dos fatores críticos de sucesso para grandes empresas, pois se não tivermos bons parceiros na cadeia de suprimentos, a qualidade, a pontualidade e a velocidade de lançamento de novos produtos serão impactados negativamente. É muito mais importante desenvolver fornecedores quanto seleciona-los, pois este é um trabalho árduo e de longo prazo, necessitando esta atividade sempre ativa e com um bom planejamento. Quando desenvolvemos fornecedores, a empresa que usa esta política de suprimentos compromete-se com o futuro da comunidade como um todo, aumentando o recolhimento de impostos e gerando empregos na região (GASNIER, 2007).
USO DA MATRIZ DE KRALJIC - APLICAÇÕES I

O uso da matriz de Kraljic, também conhecida como Matriz de Posicionamento Estratégico de Materiais, é uma ferramenta importante para as empresas focarem as estratégias de compras nos principais itens, ou seja, minimizar os riscos de suprimento e reduzir custos de forma direcionada.
A matriz possui 4 quadrantes, sendo eles:
- Componentes competitivos;
- Componentes não críticos;
- Componentes de risco;
- Componentes estratégicos.
Negociação
Em uma negociação, temos que ter em mente que é o esforço para cultivar o relacionamento comercial com vistas as transações futuras.
Neste ponto o objetivo é usarmos o princípio da maximização no processo decisório.
Quando ingressamos em uma negociação devemos ter alternativas disponíveis, e assim obteremos o sucesso.
Neste ponto o objetivo é usarmos o princípio da maximização no processo decisório.
Quando ingressamos em uma negociação devemos ter alternativas disponíveis, e assim obteremos o sucesso.
Crise!
Temos que ter mais regulamentação na área financeira mundial, para manter os ativos com qualidade e assim recuperarmos a credibilidade e a confiança.
Avaliando o PIB e comparando com 2007, o crescimento brasileiro deverá ser de 0,5 à 1% em 2009.
O Japão estava estagnado nos últimos 10 anos em seu PIB, e no último trimestre de 2008 foi de -12%.
No Alto Uruguai o curto prazo, as commodities agrícolas estão ajudando a manter o mercado em movimento.
A economia argentina está em muitas dificuldades, devido a seca na agricultura, inclusive o governo está tentando segurar as exportações agrícolas e protegendo o seu mercado interno sem deixar entrar produtos importados.
O preço do petróleo está inviabilizando o etanol no Brasil, pois a cotação mundial está muito baixa.
A tendência é que as commodities busquem a média histórica, e assim devemos desconsiderar os valores dos últimos anos.
O aspecto cultural deverá mudar com a crise, principalmente o povo americano que ainda continua gastando além de sua poupança.
Avaliando o PIB e comparando com 2007, o crescimento brasileiro deverá ser de 0,5 à 1% em 2009.
O Japão estava estagnado nos últimos 10 anos em seu PIB, e no último trimestre de 2008 foi de -12%.
No Alto Uruguai o curto prazo, as commodities agrícolas estão ajudando a manter o mercado em movimento.
A economia argentina está em muitas dificuldades, devido a seca na agricultura, inclusive o governo está tentando segurar as exportações agrícolas e protegendo o seu mercado interno sem deixar entrar produtos importados.
O preço do petróleo está inviabilizando o etanol no Brasil, pois a cotação mundial está muito baixa.
A tendência é que as commodities busquem a média histórica, e assim devemos desconsiderar os valores dos últimos anos.
O aspecto cultural deverá mudar com a crise, principalmente o povo americano que ainda continua gastando além de sua poupança.
Conceitos básicos da TI aplicados a Logística:
• Avaliar as simulações para o transporte entre os pontos necessários, montando redes de simulação.
• A escolha do computador deverá ser feita de acordo com o software que vai rodar.
• Logística, montar um sistema para melhorar o canal de comunicação com o cliente, usando o CRM se necessário.
• Logística para encontrar o que eu quero comprar e depois efetivar a compra. Este objeto vem de qualquer lugar?
• Pensar na logística e na tecnologia que dará o suporte, pois mudou o perfil do comércio.
• Computação pervasiva ou ubíqua, que são sistemas não percebidos pelo usuário, como por exemplo, leitura de pacotes ou malas em aeroportos sem o uso manual de hardwares (rádio freqüência).
• Requisitos do sistema: todas as pessoas deveriam pensar em 6 aspectos, WCA, Análise Centrada no Trabalho, para avaliar o processo e não as pessoas.
• A escolha do computador deverá ser feita de acordo com o software que vai rodar.
• Logística, montar um sistema para melhorar o canal de comunicação com o cliente, usando o CRM se necessário.
• Logística para encontrar o que eu quero comprar e depois efetivar a compra. Este objeto vem de qualquer lugar?
• Pensar na logística e na tecnologia que dará o suporte, pois mudou o perfil do comércio.
• Computação pervasiva ou ubíqua, que são sistemas não percebidos pelo usuário, como por exemplo, leitura de pacotes ou malas em aeroportos sem o uso manual de hardwares (rádio freqüência).
• Requisitos do sistema: todas as pessoas deveriam pensar em 6 aspectos, WCA, Análise Centrada no Trabalho, para avaliar o processo e não as pessoas.
Internacionalização
As empresas brasileiras enfrentam vários problemas quanto a internacionalização, mas alguns fatores são os que mais se repetem nas organizações nacionais, sendo eles:
Cultural:
Os brasileiros acham-se isolados culturamente e muito diferentes em relação as outras culturas mundiais, inclusive na América do Sul, porque somente nós falamos português.
Aqui também cabe ressaltar a falta de auto-estima do povo e do executivo brasileiro em sua maioria, pois em muitos casos nos achamos inferiores aos estrageiros.
Geográfico:
Somos a única nação que não fala espanhol na América do Sul e com isto inicia-se um isolamento que vai além do geográfico, que também é linguístico. O Brasil está longe dos principais blocos econômicos.
Motivacional:
Os executivos brasileiros não tem motivação para exportar, os desafios são imensos, a logística é complicada, as leis fiscais difíceis de entender, a burocracia é grande e a cada 2 anos o país passa por alguma reforma que acaba atingindo o câmbio e assim torna-se uma icognita exportar, por exemplo. Com isto, as empresas não possuem motivação para a internacionalização.
Cultural:
Os brasileiros acham-se isolados culturamente e muito diferentes em relação as outras culturas mundiais, inclusive na América do Sul, porque somente nós falamos português.
Aqui também cabe ressaltar a falta de auto-estima do povo e do executivo brasileiro em sua maioria, pois em muitos casos nos achamos inferiores aos estrageiros.
Geográfico:
Somos a única nação que não fala espanhol na América do Sul e com isto inicia-se um isolamento que vai além do geográfico, que também é linguístico. O Brasil está longe dos principais blocos econômicos.
Motivacional:
Os executivos brasileiros não tem motivação para exportar, os desafios são imensos, a logística é complicada, as leis fiscais difíceis de entender, a burocracia é grande e a cada 2 anos o país passa por alguma reforma que acaba atingindo o câmbio e assim torna-se uma icognita exportar, por exemplo. Com isto, as empresas não possuem motivação para a internacionalização.
Subscribe to:
Posts (Atom)