Esta semana tive a grata oportunidade de palestrar para um grande time de empreendedores e profissionais na Semana das Profissões na ESIC em Curitiba. Foi uma oportunidade única de troca de experiências e compartilhamento de conhecimento.
Muito obrigado!
Divulgar, questionar, desenvolver conceitos e buscar sinergias entre as áreas de Supply Chain, Logistica, Operações, Suprimentos e Compras. Trabalhar nos conceitos de Supply Chain e promover publicações e palestras sobre o tema.
Supply Chain - Palestra na FAE Business School para Pós-Graduação
No dia 16/5/18 tive o prazer de palestrar para os alunos da Pós-Graduação da FAE Business School Curitiba. O tema debatido e compartilhado foi os Desafios do Supply Chain na fabricação de máquinas agrícolas.
Agradeço a diretoria da FAE pela oportunidade!
Como o crescimento da economia impactará na Logística em 2018? Revista Lideranças de Março 2018
Como o crescimento da economia impactará na
Logística em 2018?
Abaixo a publicação na última Revista Lideranças, onde abordo os impactos que teremos em 2018 devido a retomada do crescimento na economia brasileira:
Quais
os impactos teremos com a melhoria nos indicadores macroeconômicos?
Devido a retomada do crescimento na
economia e o baixo investimento dos anos anteriores, um impacto na logística que
gostaria de compartilhar contigo é que a infraestrutura passará por grandes
desafios em 2018, podendo ser até um gargalo produtivo. E quando falo em
reduzido investimentos em infraestrutura no passado, quero salientar
principalmente pouco foco nas estradas, ferrovias, aeroportos e renovação das
frotas, que devido a situação econômica dos últimos anos foram negligenciadas,
logo estes modais sofrerão grande pressão para escoar produtos no curto prazo.
Mas acredito que esta fase de retração econômica e de redução nos
investimentos em infraestrutura está ficando apenas no retrovisor, porque tenho
uma visão otimista para este ano, pois estamos retomando a confiança e
colocando foco na produção da safra de grãos, fabricando bens de capital e
apostando novamente na infraestrutura logística do país, logo é com estas ações
e positivismo que manteremos o Brasil no rumo certo.
Outro impacto interessante a ser avaliado, é voltar a cultura forte de
reavaliarmos e olharmos com maior cuidado os nossos custos dos processos
produtivos e logísticos, pois acredito que são nestes pontos que podemos ter
boas surpresas e grandes ganhos de eficiência, aumentando assim a rentabilidade
do nosso negócio.
Talvez você que trabalha no agrobusiness deve estar perguntando-se o
que poderá acontecer durante os próximos meses, principalmente no que tange aos
custos de produção neste novo período de safra? Acredito que pontualmente
poderemos ter altas em alguns custos devido a maior dificuldade no curto prazo
em infraestrutura, mas mantenha-se otimista, porque estamos retomando a
economia brasileira e o setor produtivo é o que mantém o nosso mercado ativo e
competitivo e é a nossa força e foco na produção que está movimentando
novamente o mercado brasileiro!
Se gostou, por favor, deixe um comentário ou compartilhe esta publicação. Sucesso!
Se gostou, por favor, deixe um comentário ou compartilhe esta publicação. Sucesso!
Supply Chain 4.0 - Aula Master na ESIC - Março 2018
Abaixo alguns temas que foram abordados na Master Class semana passada:
O que eu gostaria de ter escutado no meu primeiro dia de
aula?
- Não guardar o conhecimento
- Aprofundar a cada disciplina
- A vida não termina depois da ESIC!
- Minhas aspirações em uma pós
- Case pessoal de mercado
- Conceito: Estudar, inovação, leitura e network
- Supply Chain 4.0 e Inovação
A sua cadeia de suprimentos está preparada para enfrentar os desafios de 2018?
Terminamos 2017 com os principais indicadores macroeconômicos em boas
condições, entre eles: inflação baixa, taxa SELIC em queda, desemprego parou de
aumentar e com os termômetros indicando um otimismo. Você concorda?
Iniciei este artigo com a pergunta sobre a sua cadeia de suprimentos,
pois ela fará você ver que há alguns desdobramentos e mais algumas dúvidas que
não temos respostas para indicar um bom caminho nos negócios. Cito algumas indagações
que sempre me acompanham e acredito que você deve estar refletindo sobre isto, entre elas:
- Como a economia vai se comportar em 2018 com o PIB, o dólar, a taxa
SELIC, a bolsa de valores e consumo? O que você aposta?
- O que acontecerá no mercado no primeiro semestre perto da Copa do
Mundo de Futebol? Este ano...é ano de Copa de novo!
- E no segundo semestre, ainda temos as eleições no Brasil, que sempre
causam algumas turbulências mercadológicas, como será?
- Você acredita que o atual governo conseguirá continuar com as
reformas?
- Ainda temos o cenário externo tanto político (Trump/China...), como
econômico ( Commodities, BITCOIN,...), o que você acha?
Estes são apenas algumas preocupações que estou compartilhando com você,
mas o foco da questão é o seguinte:
Você têm alguma segurança para planejar 2018?
Como dizia o guru da administração moderna:
“A melhor maneira de
prever o futuro é criá-lo” Peter Drucker
Continue lendo este artigo, porque vou te
deixar 5 dicas de como enfrentar 2018 que está só começando...
Dica # 1 –
Acompanhamento de perto do mercado e da sua demanda:
Uma boa sugestão que
te dou, além de acompanhar os acontecimentos, números e comentários pela
Internet é visitar regularmente seus parceiros de negócios, clientes e fornecedores,
o famoso “face to face” ou para os mais antigos “colocar o umbigo no balcão”.
Sair detrás das mesas, dos e-mail´s, da burocracia diária e percorrer
pessoalmente os principais pontos de contato de sua organização, tanto interno
quanto externo. O contato humano ainda é a melhor forma de você tirar a febre
do que está acontecendo e além disto, existem mensagens e dicas qualitativas
que seus interlocutores podem te oferecer de graça, mas para isto, você também
deve estar aberto e exercer a tal escuta ativa!
Dica # 2 – Fique
atento aos movimentos do mercado em geral, não somente ao seu negócio:
Você tem frequentado feiras de negócios, ido a congressos,
participado de workshops ou interage com algum grupo de network?
Na minha opinião, participar de eventos de sua área e
circular em outros ambientes é fundamental para avaliar o que está acontecendo
e isto ajudará você a ser mais assertivo em suas estratégias em 2018, podendo
mudar o rumo do seu “barco” de forma antecipada, aproveitando oportunidades ou
até diminuindo prejuízos de decisões equivocadas em seu planejamento. A foto
acima foi escolhida justamente para passar a mensagem que o mercado age rápido
e muda de direção constantemente, logo não congele seus planos, porque esta
estratégia de frequentar outros ambientes é fundamental, pois neste momento de
crise podemos compartilhar nossas ideias e receber sugestões interessantes de
outras áreas, além disto, saber como andam outros setores diferentes do seu.
Está interessante
para você o que eu disse? Então continue ledo as outras dicas...
Dica # 3 – Utilize a
matriz SWOT e análise suas fortalezas e fraquezas:
Após as duas dicas
anteriores e de posse de algumas informações qualitativas e quantitativas do
seu mercado, você já tem condições de usar a ferramenta de análise SWOT. Onde
são avaliadas as fortalezas, fraquezas, ameaças e oportunidades do seu negócio.
Esta ferramenta é de fácil aplicação e existe muita literatura e exemplos na
Internet, cito link do Youtube abaixo onde descreve uma forma bastante didática de
montar esta matriz:
Dica # 4 –
Classificar os seus parceiros e priorizá-los:
Uma das ferramentas
que aplico em minha trajetória profissional e que recomendo para você é a
Matriz Kralic, onde são usados 4 quadrantes, e seus insumos ou materiais podem
ser classificados em: Estratégicos, Competitivos, Componentes de Risco e Não
Críticos, conforme figura abaixo.
Maiores detalhes para
a construção da matriz e conceito, coloco para você o link abaixo com um e-book:
Dica # 5 – Você
aplica ferramentas JIT para ajustar os processos de acordo com a demanda?
Acredito que estas
ferramentas que o sistema Toyota ou Lean preconizam caem como uma luva em
tempos de crise. Você lembra ou sabe que quando o Japão estava arrasado depois
da 2 ª Guerra Mundial, sem recursos naturais, com vários problemas sociais, descobriram formas de melhoria e de uso máximo dos insumos que tinham em mãos,
pois então, esta é a hora de reduzir custos e otimizar os recursos para atender
as variáveis de demanda.
Abaixo você pode ver
os principais pilares do sistema JIT. Se você desejar saber mais detalhes sobre
os principais itens antigo anterior, é só clicar na figura
Abs e boa sorte!
Se você está gostando desse artigo e quer ajudar mais as pessoas a enfrentarem seus desafios na cadeia de suprimentos, ajude a divulga-lo e compartilhe.
FAE Curitiba - Palestra em 5 de outubro de 2017
Esta semana tivemos a oportunidade de receber a visita dos estudantes da FAE Curitiba de Tecnólogo em Logística, juntamente com a Profª Cristiane. Neste dia pude ministrar uma palestra sobre Logística na Prática e compartilhar alguns conhecimentos de Supply Chain e os principais desafios que o nosso setor necessita transpor.
Foi um momento de muita troca de experiências entre os alunos e a vivência prática que os profissionais que atuam na área tem.
Muito obrigado!
Foi um momento de muita troca de experiências entre os alunos e a vivência prática que os profissionais que atuam na área tem.
Muito obrigado!
Agricultura 4.0! Como entender esta nova onda e seus desafios?
Temos alguns desafios para superar e entrarmos de vez na tal Ag 4.0. Gostaria de compartilhar com você alguns "muros" que temos que transpor e os caminhos que proponho para superar esta fase, onde as novas tecnologias estão despontando. Como disse o papa da administração moderna:
Cito para você apenas alguns desafios que temos que superar para implementação total da Ag 4.0 no Brasil:
- Eu gostaria de ter um melhor entendimento do que significa cada sigla no meio desta sopa de letrinhas ( ISOBUS, BIGDATA, IOT, Clound...);
“Solução
dos problemas apenas restaura a normalidade. Aproveitar oportunidades significa
explorar novos caminhos” – Peter Drucker
Cito para você apenas alguns desafios que temos que superar para implementação total da Ag 4.0 no Brasil:
- Temos problemas de conectividade no campo, com a falta de sinais de Internet entre os implementos, máquinas e as sedes das fazendas;
- Você sabia que não temos um padrão de comunicação entre os principais atores do sistema, ou seja, os tratores, colheitadeiras, pulverizadores e implementos não usam um mesmo protocolo de transmissão de dados entre si;
- Nem todos, ou quase nenhum gestor das fazendas e empresas de implementos entende a sopinha de letras que é utilizada no meio Ag 4.0;
- Existe uma falta de conhecimento na gestão da Ag 4.0 no campo. Os gerentes das fazendas em sua maioria não conhecem ou não sabem fazer a gestão nesta nova fase tecnológica.
Continue lendo este artigo, porque vou explicar para você quais os caminhos você pode trilhar para ter bons resultados na gestão da Ag 4.0...
Tenho alguns sonhos e desejos para trilhar este caminho na Ag 4.0 que gostaria de compartilhar contigo, entre eles:
- Eu gostaria de ter um melhor entendimento do que significa cada sigla no meio desta sopa de letrinhas ( ISOBUS, BIGDATA, IOT, Clound...);
- Que a conexão de dados e informações nas fazendas fosse melhor;
- Também gostaria que existisse um padrão de troca de informações entre as máquinas no campo e os aplicativos nas propriedades rurais;
Abaixo uma breve experiência pessoal muito interessante sobre um desenvolvimento de produto que participei há alguns anos, um pouco antes da Internet entrar em nossas vidas:
Eu trabalhava na equipe de desenvolvimento da cadeia de suprimentos um uma grande multinacional fabricante de tratores e colheitadeiras. Esta empresa até os dias de hoje é líder em seu segmento e está sempre inovando.
Então surgiu uma oportunidade de desenvolvermos de um sistema de controle eletrônico para o levante hidráulico dos tratores, algo bem avançado para a época. Fui convidado para fazer parte da equipe que iria implementar esta nova tecnologia lá na década de 90, e assim dar apoio como braço de Supply Chain neste time de projeto.
No início tivemos vários problemas de desenvolvimento nesta tecnologia eletrônica, pois naquele tempo no Brasil não tínhamos bons fornecedores na cadeia de suprimentos, ou seja, já na arrancada do projeto "a coisa" não iniciou bem, com muitos erros.
Após a fase de desenvolvimento, lançamos os tratores com o novo sistema de levante, e logicamente os problemas só aumentaram com o uso no campo, com a entrada de poeira e umidade no sistema, e aí estava um dos principais desafios da equipe. Além da entrada de poeira, não possuíamos um bom sistema de chicotes elétricos e conexões, porque os conectores não falavam com o trator e nem com o sistema hidráulico, e a máquina parava de funcionar. Fracasso total!
Por fim, encontramos um fornecedor mundial com grandes profissionais e com um grande chefe de projetos na Europa, que nos socorreu, mostrando que o nosso maior problema era de conectividade entre as partes e os sistema como um todo. Eureca! Resolvemos o problema!
Você não acha que este problema de conectividade é um dos maiores desafios na Ag 4.0?
Eu acredito que sim, pois temos a falta de sinal de Internet em muitos pontos do Brasil, dificultando a troca de dados entre máquinas e a sede das fazendas.
Não pare de ler aqui por favor, vá até o fim desta leitura, porque proponho para você algumas saídas para estes dilemas na Ag 4.0
Sugiro para você 5 grandes pilares de solução dos maiores desafios da Ag 4.0, sendo:
PILAR 1 - Sopa de letrinhas
Você deve entender a sopa de letrinhas da Ag 4.0 e colocar os termos em seus devidos lugares. Logo abaixo destaco para você as principais siglas deste emaranhado tecnológico:
BIGDATA
AG 4.0
Agricultura de precisão
IOT
PILAR 2 - Conectividade
A conectividade entre as máquinas, a fazenda e a gestão devem ser boas, pois assim pode-se aproveitar o máximo das informações, aumentar a produtividade, melhorar o gerenciamento das máquinas no campo e consequentemente aumentar o lucro.
PILAR 3 - Padrão de comunicação
Hoje cada fabricante de máquinas e implementos agrícolas não possuem um padrão de comunicação bem definido e aceito entre os próprios construtores, porque cada um quer impor um protocolo de comunicação, mas acredito que estamos chegando ao final desta fase, e cito um exemplo para você onde isto já está resolvido: nos smartphones, que no início de sua fabricação tinham seus protocolos e sistemas de comunicação próprios, mas ao longo do tempo foram obrigados a mudar e unificar a conectividade.
Hoje cada fabricante de máquinas e implementos agrícolas não possuem um padrão de comunicação bem definido e aceito entre os próprios construtores, porque cada um quer impor um protocolo de comunicação, mas acredito que estamos chegando ao final desta fase, e cito um exemplo para você onde isto já está resolvido: nos smartphones, que no início de sua fabricação tinham seus protocolos e sistemas de comunicação próprios, mas ao longo do tempo foram obrigados a mudar e unificar a conectividade.
PILAR 4 - Desafio da gestão das informações.
O que você faz com tantas informações geradas na Ag 4.0?
O que você faz com tantas informações geradas na Ag 4.0?
Após superada a fase de aplicativos, conexão entre máquinas e a fazenda, os gestores passarão a receber um tsunami de dados e o desafio será a gestão deste turbilhão de informações e transformar isto em ações junto a sua indústria a céu aberto, portanto muitas oportunidades vão surgir neste momento.
PILAR 5 - Um mundo novo e sem informações!
Você possui conhecimentos, ou sabe onde procurar ajuda para fazer a gestão na Ag 4.0?
Você possui conhecimentos, ou sabe onde procurar ajuda para fazer a gestão na Ag 4.0?
Bem, este é outro desafio importante na Ag 4.0 e me preocupa muito, porque a velocidade da inovação é imensa, logo ainda estamos engatinhando neste tema, mas te dou uma sugestão que é estudar constantemente Ag 4.0, pois teremos em breve um apagão de conhecimento nesta área, ou seja, esta é uma grande oportunidade de empreender no setor.
Abaixo dou um exemplo para você de um trabalho realizado na UFPR e uma oportunidade de aprendizado.
Abaixo dou um exemplo para você de um trabalho realizado na UFPR e uma oportunidade de aprendizado.
Time de projeto da Indústria 4.0 e professores da UFPR
Espero que tenha gostado desta postagem, apenas cabe salientar que está tendência na Ag 4.0 vem para ficar e o tema é vasto e não está totalmente resolvido.
Agroactiva 2017 - Argentina
No mês passado, estive na Agroactiva, feira de máquinas e implementos agrícolas na Argentina, que foi realizada na cidade de Amstrong - Santa Fé, e gostaria de compartilhar com você algumas informações sobre o agrobusiness argentino.
Acredito muito na cadeia de suprimentos do agronegócios argentina, pois "los hermanos" tem boas terras para plantar e colher bons produtos, possuem um carne bovina de altíssima qualidade e a sua indústria de máquinas agrícolas e de fornecedores está bem estabelecida e é pujante.
O que você acha da logística voltada para o agrobusiness argentino?
Bem, quanto a logística voltada para o ramo agrícola, eu acredito que ela está bem dimensionada para suportar as demandas da cadeia de suprimento, e até o momento está dando conta do crescimento e da demanda, conforme você pode notar no gráfico abaixo, onde apresento os números dos milhões de toneladas da produção de grão das safras do pais vizinho:
Unidade: Em milhões de toneladas por safra (eixo Y do gráfico).
Fonte: Ministério de Agroindustria Presidencia de la Nación Argentina
Outra informação importante que destaco para você é que o governo argentino está preocupado com o tema sanitário na carne, talvez devido aos últimos fatos ocorridos no Brasil e que poderão impactar direta ou indiretamente nas exportações argentinas. Na XXXI Reunión Ordinaria del Consejo Federal Agropecuario (CFA) o minitro Ricardo Buryaile, disse para os pecuaristas argentinos:
" consolidar el status sanitario de nuestro país y preservar los mercados abiertos", ou seja, existe uma preocupação das autoridades argentinas dos futuros impactos negativos no supply chain da carne depois dos fatos ocorridos em solo brasileiro.
A cadeia de suprimento do agronegócio da Argentina é bem estruturada no que tange aos fabricantes de máquinas e implementos agrícolas, pois existe uma gama de oferta de tipos de equipamentos bastante diversificada e muito customizada para as necessidades dos agricultores argentinos. Além disto, você pode acreditar que na cadeia de suprimentos Argentina a oferta de componentes para esta indústria mecânica agrícola está bem servida, com uma rede de fornecedores de insumos para os fabricantes ampla e com uma excelente logística dentro da Argentina.
Concluindo, você pode aprender mais estudando a cadeia de suprimentos do pais vizinho, porque eles possuem uma tradição em fabricação de máquinas agrícolas e componentes de longa data e têm muito a nos ensinar.
UNIARP - Suppy Chain Management - Expatriados
Abaixo entrevista com um colega francês que veio para o Brasil morar 2 anos para implantação de um projeto em nossa unidade:
Supply Chain Chanel - Entrevista com expatriado Francês
AGRISHOW 2017 - Novidades
Estive na AGRISHOW 2017 acompanhando o lançamento da Kuhn e as tendências das máquinas agrícolas na atual conjuntura tecnológica e de mercado. Continue lendo este artigo onde farei alguns relatos de algumas novidades.
Primeiramente gostaria de destacar para você o lançamento da máquina Stronger mecânica da Kuhn, onde suas maiores virtudes são a economia operacional e de manutenção, além da facilidade na de operação que é disponibilizada para o condutor do pulverizador. Também está disponível com a maior barra do Brasil, cobrindo maior área e minimizando a compactação de solo. Nesta versão você pode chegar a usar uma barra de 40 metros de alumínio!
Também, pela primeira vez na AGRISHOW, você pôde ver uma empresa de gestão da inovação expondo suas tecnologias e propostas de negócios, possibilitando ao homem do campo acesso a ferramentas de tecnologia, solução de problemas, redução de custos e inovação. Trata-se da MJV, empresa com vasto conhecimento em Design Thinking. A MJV possui escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Londres, Atlanta e Houston. Maiores informações sobre as tendência de inovação é só clicar no link abaixo.
Outra tendência que está se consolidando é o uso de drones no agronegócio, onde você pode utilizar para ter bons ganhos de produtividade e grande redução na aplicação de insumos na lavoura. Esta tecnologia é bem recente, mas está tornando-se uma excelente ferramenta de apoio as decisões dentro das fazendas. Neste setor poderei te dar um exemplo de empresa que está se destacando nesta tecnologia que é a Skydrones; http://skydrones.com.br/
Bem, as novidades são muitas, quis apenas salientar algumas iniciativas e tendências mais importantes na AGRISHOW. Espero que você tenha gostado das observações e que elas possam contribuir para uma aplicação prática em seu trabalho. Abs
Bem, as novidades são muitas, quis apenas salientar algumas iniciativas e tendências mais importantes na AGRISHOW. Espero que você tenha gostado das observações e que elas possam contribuir para uma aplicação prática em seu trabalho. Abs
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