Gargalos de Produção




Estamos em um bom momento no Brasil, onde a economia está crescendo em vários setores e com isto aparecem os gargalos brasileiros. Alguns deles são importantes e necessitam de investimentos em grande monta e demandam longo tempo para retomar a normalidade. Estamos falando do gargalo lógístico, onde este afeta os portos, aeroportos e estradas, não nos esquecendo também das estradas de ferro que praticamente não existem em quantidade mínima para transportar grandes quantidades de cargas e passageiros.
Necessitamos avaliar com cuidado os investimentos nas empresas que atuamos e buscar uma melhor economia no aspecto logístico, pois este será o tema para os próximos anos no Brasil.
O que mudou desde setembro de 2010 no Brasil?

Retomada

Temos vários indicadores que o crescimento do mercado brasileiro está acontecendo.
O ritmo de emprego está bom, as projeções do PIB estão otimistas e inclusive uma retoma de pressão inflacionária que está mostrando suas garras.
Com estes senários, os gestores nas áreas de Compras, Logística e Materiais devem tomar cuidado com o abastecimento de suas empresas e com a retomada da pressão por melhores preços pelos parceiros fornecedores. Observar os gargalos de produção e tomar medidas de contenção, evitando surpresas no fornecimento. Tivemos bons momentos ano passado para a busca de alternativas de fornecedores e desenvolvimento de novos parceiros, com isto estes trabalhos darão frutos em 2010.

Desenvolvimento de Fornecedores III

Realmente, temos que fazer um bom desenvolvimento de fornecedores em nossas companhias, pois as organizações dependem dos seus parceiros para manter os negócios e perpetuar a empresa. Além dos portões das empresas, temos os fornecedores, ou seja, dependemos da performance dos parceiros, porque quando necessitamos aumentar a produção dependemos dos mesmos para acegurar a produtividade interna. Concluindo, temos que desenvolver os fornecedores e manter uma boa sintonia com os mesmos.
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Desenvolvimento de Fornecedores II

Não é fácil desenvolver fornecedores, porque faz-se necessário um relacionamento de colaboração entre as partes e uma mudança na postura, muitas vezes esta equação é mal vista pela auditoria da grande empresa, que cobra um aumento na concorrência mercadológica (GASNIER, 2007).
Muitos fornecedores não possuem recursos financeiros para investir em treinamento, consultores, máquinas e processos exigidos pelas grandes organizações que montam produtos finais, logo o desenvolvimento e o apoio para as MPES são primordiais (GASNIER, 2007).
Um dos trabalhos interessantes para as empresas compradoras é a busca por materiais ou fontes alternativas de suprimentos, mas infelizmente, em muitos casos não encontramos o fornecedor com o produto final pronto ou com o processo de produção desenvolvido, logo temos que investir tempo e dinheiro nas fontes atuais para torná-las capazes de suprir as necessidades da montadora ( DIAS, 2003).

Desenvolvimento de Fornecedores

O processo de compras é extenso e envolve mais atividades do que aquelas diretamente relacionadas com a movimentação de materiais e armazenagem de mercadorias, mas também a seleção de fornecedores, sendo que esta escolha envolve alguns atributos importantes, como: preço, qualidade, continuidade de fornecimento e localização. Um aspecto relevante é a localização, pois esta está diretamente ligada aos custos de logística e ao tempo de suprimento. Se possuirmos fornecedores perto do ponto de uso da linha de montagem, podemos diminuir os estoques de segurança e assim melhorarmos o fluxo de caixa da organização, além da redução dos custos com transporte, por isto é primordial desenvolvermos fornecedores bem localizados. BALLOU (1995).
O desenvolvimento de fornecedores é um dos fatores críticos de sucesso para grandes empresas, pois se não tivermos bons parceiros na cadeia de suprimentos, a qualidade, a pontualidade e a velocidade de lançamento de novos produtos serão impactados negativamente. É muito mais importante desenvolver fornecedores quanto seleciona-los, pois este é um trabalho árduo e de longo prazo, necessitando esta atividade sempre ativa e com um bom planejamento. Quando desenvolvemos fornecedores, a empresa que usa esta política de suprimentos compromete-se com o futuro da comunidade como um todo, aumentando o recolhimento de impostos e gerando empregos na região (GASNIER, 2007).

USO DA MATRIZ DE KRALJIC - APLICAÇÕES I



O uso da matriz de Kraljic, também conhecida como Matriz de Posicionamento Estratégico de Materiais, é uma ferramenta importante para as empresas focarem as estratégias de compras nos principais itens, ou seja, minimizar os riscos de suprimento e reduzir custos de forma direcionada.

A matriz possui 4 quadrantes, sendo eles:
- Componentes competitivos;
- Componentes não críticos;
- Componentes de risco;
- Componentes estratégicos.

Negociação

Em uma negociação, temos que ter em mente que é o esforço para cultivar o relacionamento comercial com vistas as transações futuras.
Neste ponto o objetivo é usarmos o princípio da maximização no processo decisório.
Quando ingressamos em uma negociação devemos ter alternativas disponíveis, e assim obteremos o sucesso.

Crise!

Temos que ter mais regulamentação na área financeira mundial, para manter os ativos com qualidade e assim recuperarmos a credibilidade e a confiança.
Avaliando o PIB e comparando com 2007, o crescimento brasileiro deverá ser de 0,5 à 1% em 2009.
O Japão estava estagnado nos últimos 10 anos em seu PIB, e no último trimestre de 2008 foi de -12%.
No Alto Uruguai o curto prazo, as commodities agrícolas estão ajudando a manter o mercado em movimento.
A economia argentina está em muitas dificuldades, devido a seca na agricultura, inclusive o governo está tentando segurar as exportações agrícolas e protegendo o seu mercado interno sem deixar entrar produtos importados.
O preço do petróleo está inviabilizando o etanol no Brasil, pois a cotação mundial está muito baixa.

A tendência é que as commodities busquem a média histórica, e assim devemos desconsiderar os valores dos últimos anos.

O aspecto cultural deverá mudar com a crise, principalmente o povo americano que ainda continua gastando além de sua poupança.

Conceitos básicos da TI aplicados a Logística:

• Avaliar as simulações para o transporte entre os pontos necessários, montando redes de simulação.
• A escolha do computador deverá ser feita de acordo com o software que vai rodar.
• Logística, montar um sistema para melhorar o canal de comunicação com o cliente, usando o CRM se necessário.
• Logística para encontrar o que eu quero comprar e depois efetivar a compra. Este objeto vem de qualquer lugar?
• Pensar na logística e na tecnologia que dará o suporte, pois mudou o perfil do comércio.
• Computação pervasiva ou ubíqua, que são sistemas não percebidos pelo usuário, como por exemplo, leitura de pacotes ou malas em aeroportos sem o uso manual de hardwares (rádio freqüência).
• Requisitos do sistema: todas as pessoas deveriam pensar em 6 aspectos, WCA, Análise Centrada no Trabalho, para avaliar o processo e não as pessoas.

Internacionalização

As empresas brasileiras enfrentam vários problemas quanto a internacionalização, mas alguns fatores são os que mais se repetem nas organizações nacionais, sendo eles:

Cultural:
Os brasileiros acham-se isolados culturamente e muito diferentes em relação as outras culturas mundiais, inclusive na América do Sul, porque somente nós falamos português.
Aqui também cabe ressaltar a falta de auto-estima do povo e do executivo brasileiro em sua maioria, pois em muitos casos nos achamos inferiores aos estrageiros.

Geográfico:
Somos a única nação que não fala espanhol na América do Sul e com isto inicia-se um isolamento que vai além do geográfico, que também é linguístico. O Brasil está longe dos principais blocos econômicos.

Motivacional:
Os executivos brasileiros não tem motivação para exportar, os desafios são imensos, a logística é complicada, as leis fiscais difíceis de entender, a burocracia é grande e a cada 2 anos o país passa por alguma reforma que acaba atingindo o câmbio e assim torna-se uma icognita exportar, por exemplo. Com isto, as empresas não possuem motivação para a internacionalização.

Negociação

Nestes tempos difíceis, que todos os meios de comunicação só falam em crise, devemos manter o nosso foco nos resultados das organizações.
Para melhorarmos os resultados das empresas é fundamental sabermos negociar e aproveitar as oportunidades, tando de venda, quanto de compra de insumos.
Neste momento, todas as bases de custos mundiais estão sendo revistas, os preços das commodities estão em queda, logo temos que pesquisar a nossa base de compra e estabelecer novas metas nas negociações. Em alguns casos, o que está muito bem negociado hoje, amanhã poderá ser um caminho negativo para as organizações.
O que nos resta, é pesquisar, negociar e negociar novamente, várias vezes até chegarmos em patamares aceitáveis de marges.

O Talento TOYOTA II


Uma das principais virtudes no Sistema Toyota de produção é a inovação, mas esta só pode ser alcançada com a excelência no treinamento. Para manter e passar as atividades através de um bom treinamento é necessário que dentro do STP exista o trabalho padronizado, pois com este, todas as instruções são passadas com fidelidade para todo o trabalhador que está sendo treinado e assim manter um padrão de produtividade e até melhorá-la.

Existe uma ligação forte do trabalho padronizado com a instrução de trabalho, pois com este link existirá um padrão de manufatura. Aparentemente manter padrões parece que estamos enrijecendo o sistema de produção, mas no STP temos que contar com o Kaizen e assim alimentar novamente o sistema representado acima com a melhoria continua e termos ganhos de produção. ( LIKER & MEIER, 2008 - O Talento Toyota ).

Este sistema representado garante que sempre exista um padrão de produção, independentemente de quem fará a tarefa após ser treinado. Também com a ferramenta Kaizen aplicada neste sistema, garantirá a melhoria contínua.

O Talento TOYOTA

O desenvolvimento de pessoas é um dos principais trunfos da administração Toyota, pois na maioria dos princípios do STP trata das pessoas, sendo eles:

Princípio 1: Basear as decisões administrativas em uma filosofia de longo prazo,mesmo que em detrimento de metas financeiras de curto prazo.

Princípio 6: Tarefas padronizadas são a base da melhoria contínua e da capacitação dos funcionários.

Princípio 9: Desenvolver líderes que compreendam completamente o trabalho, vivam a filosofia e ensinem aos outros.

Princípio 10: Desenvolver pessoas e equipes excepcionais que sigam a filosofia da empresa.

Princípio 11: Respeitar a rede de parceiros e de fornecedores, desafiando-os e ajudando-os a melhorar.

Princípio 14: Tornar-se uma organização de aprendizagem pela reflexão encansável e pela melhoria contínua.

LIKER, K. Jeffrey e MEIER, P. David - O Talento Toyota - Bookman - São Paulo 2008.

Desenvolvimento de Fornecedores

As compras bem sucedidas dependem dos fornecedores e consequentemente do desenvolvimento que o setor de materiais destina para os parceiros. Cabe a compras selecionar, analisar e desenvolver fornecedores e assim manter a continuidade de suprimentos e o sucesso para a organização compradora. BOWERSOX (2006).
Além do desenvolvimento técnico dos parceiros, deve-se ter relações próximas com os fornecedores, trabalhando em conjunto e compartilhando informações, recursos e planejamento dos programas de entrega para atingir os objetivos comuns. BOWERSOX (2006).
Outro aspecto relevante é que a empresa compradora não mantem exclusividade no fornecimento de insumos, serviços e materiais, pois existe uma preocupação constante dos compradores quanto a melhoria constante dos fornecedores. Também a busca por materiais alternativos em visitas, feiras, reuniões e congressos é um fator preponderante para as pessoas que atual na área de suprimentos. DIAS (2003).
Atualmente as empresas modernas mantêm em seus quadros profissionais que estão sempre estudando alternativas de suprimentos e materiais, tornando-se assim especialistas em desenvolvimento de parceiros, exigindo dos mesmos a melhoria constante da qualidade dos produtos fornecidos. DIAS (2003).
Uma das principais missões dos colaboradores que trabalham no desenvolvimento de fornecedores é trazer segurança para a organização compradora, ou seja, desenvolver fontes confiáveis e manter sempre alternativas de suprimentos adequadas as necessidades, logo pode-se estabelecer quatro tópicos principais que são observados como resultado da busca de alternativas. DIAS (2003):

• Maior segurança na sua reposição de materiais;
• Maior poder de negociação para o comprador;
• Enormes possibilidades de redução dos preços;
• Quebra dos monopólios e cartéis.

Durante o desenvolvimento dos fornecedores cabe lembrar que um dos principais atributos é a qualidade, porque sem ela não basta termos o melhor preço, pois o suprimento pode ser afetado por problemas de reprovações de materiais e assim reduzir a rentabilidade e a produtividade de companhia compradora. Existem algumas recomendações que devem ser observadas para os indivíduos que desenvolvem fornecedores de itens estratégicos, tais como:

• Visitar as instalações dos fornecedores;
• Solicitar documentos que comprovem a idoneidade legal e fiscal;
• Avaliar os clientes atuais do fornecedor e solicitar informações para estes;
• Checar a capacidade produtiva dos parceiros;
• Analisar os balanços e as demonstrações contábeis;
• Deve-se exigir os certificados de qualidade e homologações dos supridores.

Nesta linha de pensamento, alguns dos principais pontos no desenvolvimento de fornecedores são a qualificação e localização dos parceiros, porque o ideal é que os fornecedores estejam bem próximos da fonte compradora. JUNIOR (2001).
Também avaliando a visão, de que qualidade e qualificação são estabelecidas pelas organizações compradoras, deve estar claro para os provedores que as necessidades dos clientes tornam-se também as metas das empresas fornecedoras, pois existe uma relação intima entre as mesmas e as origens das metas de qualidade têm fontes múltiplas, mas a principal é a meta exigida pelo cliente final. JURAM (1994).

Produção Puxada e suas Ferramentas

A real demanda dos clientes conduz o processo de manufatura tanto quanto possível puxado, ou seja, a demanda dos clientes é que determina o fluxo das operações da organização fornecedora de serviços ou componentes.
Para termos um fluxo puxado ou lean como é conhecido, necessitamos entender e aplicar as ferramentas abaixo:

Ferramentas e Métodos:

Redução de set-up
Qualidade
Mapeamento do fluxo de valor
TPM
Gerenciamento visual
5S
Manufatura celular
Takt-time
Kanban
Kaizen
Nivelamento produção
Reduzir tamanho dos lotes
Tarefa padronizada
Engenharia simultânea
Poka Yoke

Embalagens

Conceito:
As embalagens relacionam-se com muitas áreas da administração de negócios, principalmente com a característica dos produtos e sua movimentação, política comercial e mercadológica (GURGEL, Floriano; 2000).

Algumas funções da embalagem na logística podem ser:

Tecnológicas: proteção mecânica, física e química;
Mercadológica: exerce função de comunicação;
Econômica: o custo da embalagem deverá ser objeto de atenção.

Just in Time -JIT


JIT – Just in Time
Sistema de produção que produz e entrega apenas o necessário, quando necessário e na quantidade necessária. O JIT e o Jidoka são os dois pilares do Sistema de Produção Toyota. O JIT baseia-se no heijunka, e é formado por três elementos operacionais: o sistema puxado, o tempo takt e o fluxo contínuo.

5Ss
Cinco termos relacionados, começando com a letra S, que descrevem práticas para o ambiente de trabalho, úteis para o gerenciamento visual e para a produção lean.
Os cinco termos em japonês são:
1. Seiri: Separar os itens necessários dos desnecessários, descartando estes últimos.
2. Seiton: Organizar o que sobrou, um lugar para cada coisa e cada coisa em seu lugar.
3.Seiso: impeza.
4. Seiketsu: Padronização resultante do bom desempenho nos três primeiros Ss.
5. Shitsuke: Disciplina para manter em andamento os quatro primeiros Ss.

Manutenção Produtiva Total
Uma série de técnicas empregadas pioneiramente pela Denso (Grupo Toyota) no Japão, para garantir que todas as máquinas do processo de produção estejam sempre aptas a realizar suas tarefas.


Troca de Ferramenta em um Dígito (Single Minute Exchange of Die SMED)
Processo para troca do equipamento de produção de uma peça a outra no menor tempo possível. O SMED se refere à meta de redução dos tempos de troca para um único dígito, ou menos de 10 minutos.

TQC – Total Quality Control (Jidoka)
Fornecer às máquinas e aos operadores a habilidade de detectar quando uma condição anormal ocorreu e interromper imediatamente o trabalho. Isso possibilita que as operações construam a qualidade do produto em cada etapa do processo e separa os homens das máquinas para um trabalho mais eficiente. O Jidoka é um dos dois pilares do Sistema de Produção Toyota, junto com o Just-in-Time.

Kaizen
Melhoria contínua de um fluxo completo de valor ou de um processo individual, a fim de se agregar mais valor com menos desperdício. Há dois níveis de kaizen (Rother e Shook 1999):
1.Kaizen de sistema ou de fluxo, que enfoca no fluxo total de valor. Dirigido ao gerenciamento.
2.Kaizen de processo, que enfoca em processos individuais. Dirigido as equipes de trabalho e líderes de equipe.

Kanban
O kanban é um dispositivo sinalizador que autoriza e dá instruções para a produção ou para a retirada de itens em um sistema puxado. O termo significa "sinal" em japonês.


Fonte dos conceitos: Lean Institute do Brasil.

Gestão de estoques

A gestão deve definir a política de estoques de acordo com a demanda dependente ou independente.
Por que ter inventários?
Partes compradas
• Atrasos de fornecedores
• Descontos por quantidade
• Variações de preços
• Escassez de materiais

Partes manufaturadas
• Cobertura para períodos entre execução de produção
• Permitir flexibilidade na programação da produção
• Variações na demanda do produto
• Economia de escala

Objetivos da gestão
• Capital-de-giro
• Controlar os custos extras
• Avaliar sucata e retrabalhos
• Nível máximo de inventário de atendimento ao cliente
• Estoques de segurança
• Análise para reposições de estoques

TOC - Theoty Of Constraints

O TOC pode ser apresentada a partir de três princípios básicos:

 a TOC enquanto um processo de pensamento;
 a TOC e sua aplicação em relação a um tópico de interesse;
 a TOC e seu embasamento nas ferramentas socráticas.

Enquanto processo de pensamento:
De um ponto de vista geral a TOC é um conjunto de técnicas analíticas embasadas no método científico, que tem por objetivo melhorar o desempenho geral da empresa. (ANTUNES, 2008).
Uma forma importante de pensamento nas organizações é colocamos os recursos e melhorias somente no gargalo, pois se o gargalo melhora o desempenho a empresa melhorará globalmente. Temos que ter cuidado nos momentos que as companhias estão com disposição para investimentos, porque o principal objetivo é investir somente no TOC.
Vamos dirigir os nossos estudos direcionados neste tópico, pois o principal é entendermos o sistema de pensamento e aplicarmos os conceitos aqui desenvolvidos.

Tópicos de interesse:
A gama de aplicação do TOC abrange áreas, tais como: Engenharia da produção, administração da produção, logística, marketing, recursos humanos, etc. Utilizar o pensamento TOC como vimos, tem uma grande área de aplicação, mas vamos restringir no setor da produção. (ANTUNES, 2008).