2014

Mundo, Brasil e você em 2014!

- Alguns fatos são interessantes para as projeções neste ano que está iniciando, em nível mundial:

A recuperação forte da economia americana a locomotiva mundial;
O incremento das alternativas energéticas, principalmente o xisto;
A continuada estagnação europeia;
No oriente, a China e Índia continuam demandando com a crescente classe média ;

- Na América do Sul...:

Colômbia, Chile e Bolívia continuarão crescendo no seu PIB  de forma importante;
Indefinições políticas na Venezuela, importante player no petróleo;
O Uruguai está entrando consistentemente no jogo internacional, e principalmente na nossa região.

- Brasil:
Carnaval, Copa do Mundo de Futebol e eleições;
PIB caindo, inflação aumentando e ainda estamos com muitos problemas de infraestrutura;
É, este ano passará muito rápido...

O que sugiro que façamos:
Planejem seus objetivos pessoais, profissionais e de carreira e deixem um pouco de lado as influências macro, que infelizmente não temos como altera-las e o importante é mantermos o foco em nosso planejamento!





Strategic Sourcing na Supply Chain Management


Strategic Sourcing na Supply Chain Management possuí alguns estágios evolutivos, sendo eles:

1-    Compras;

2-    Procurement;

3-    Parcerias;

4-    Alianças;

5-    World Class Procurement.

Acredita-se que no Brasil e em várias partes do mundo um estágio importante são as parcerias entre clientes e seus fornecedores, pois facilitam as negociações e estatisticamente os resultados ganha-ganha que mais aparecem.

Nas parcerias existe um esforço das partes para que os negócios tenham bons resultados, pois um depende do outro para atingir seus objetivos, logo o relacionamento transcende o aspecto de somente ser um fornecedor de insumos ou partes para uma organização.
Um dos focos na gestão das parcerias é o relacionamento estreito entres as companhias, com contratos de longo prazo e as divisões dos riscos para os participantes. Além disto, o plano de negócios das organizações é compartilhado, porque o direcionamento deverá ser o mesmo ou muito próximo, evitando erros estratégicos.

Strategic Sourcing I

As estratégias de Strategic Sourcing dentro das organizações faz-se importante avaliar constantemente. Temos muitas mudanças no ambiente internacional e brasileiro, logo as flutuações de mercado estão sendo cada vez mais frequentes e mais profundas. O que hoje é um bom negócio a compra de insumos no oriente, poderá amanhã não ser mais, devido as variações das políticas macroeconômicas no Brasil e no cenário internacional. Temos que ter "cartas na manga" com fornecedores de várias partes do mundo e do Brasil, pois os desafios de custos e de logística nos surpreendem semanalmente. Além destes desafios, as políticas dos blocos econômicos estão em profundo questionamento, causando uma instabilidade financeira em suas nações, logo o que é uma verdade hoje em termos de premissas e valores financeiros, semana que vem poderá não ser mais.
Cabe aos gestores nas áreas de Supply Chain, ficarem alertas e usarem sua criatividade e questionamento de todas as atuais verdades estabelecidas.


Mentalidade Lean

O que é Mentalidade Lean?

Muito falamos, escrevemos, lemos sobre Lean Manufacturing, Sistema Lean, Toyota, etc., mas basicamente o que buscamos com estes princípios é otimizar os nossos recursos, não só de fábrica, mas redução de custos, dinheiro e até do meio ambiente.

O sistema Lean é uma ótima filosofia, uma grande ferramenta de gestão e se aplicado de forma ampla, transforma os processos fabris, logo pode mudar a nossa mentalidade e a forma de encarar qualquer desafio em nosso cotidiano.

Acredito que além da Gestão Lean, a Mentalidade Lean aplica-se em nossa vida cotidiana, refletindo em fazer mais com menos, economizar os recursos financeiros, reduzindo o impacto no meio ambiente e com isto um melhor resultado e uma melhor vida comutária.

Os desafios logísticos no Brasil além do problema estrutural!

Muito tem se falado e escrito sobre os desafios que o setor logístico e os profissionais da área enfrentam no Brasil. Existem aspectos a serem vencidos, além dos já batidos problemas estruturais que vivemos em portos, estradas e aeroportos.

A nação esteve com suas fronteiras fechadas durante décadas devido a políticas governamentais, e também houveram forças contra e boicotes as culturas estrangeiras nos anos 70 e 80, logo hoje enfrentamos dificuldades na prospecção de profissionais que possuam uma visão ou vivência internacional, principalmente com domínio em idiomas estrangeiros e em negociações internacionais. Neste prisma, há uma excelente oportunidade de crescimento e destaque na carreira profissional. Bem, aí fica a dica de desenvolvimento pessoal!

Como planejar 2013?

Como planejar o ano de 2013 em nossas organizações e vidas profissionais?
 
Qual o comportamento do PIB brasileiro em 2013?
 
E o índice de inflação, em alta ou baixa para o próximo ano?
 
É parece que estamos em uma encruzilhada interessante, pois estes índices norteiam os planejamentos e orçamentos organizacionais para 2013.
 
Se o PIB projetado for muito baixo, o governo deverá ajustar as taxas de juros, logo, isto também mexe diretamente com a inflação e depois consequentemente também ajusta o crescimento do Brasil. Bem, além disto, as taxas de crescimento e inflação afetam o planejamento empresarial, e de acordo com os ajustes dos números, o orçamento das organizações pode mudar em dois dígitos, na queda ou aumento no faturamento, por exemplo. Que sufoco! Para onde ir? O que fazer?
 
O que me parece é que além do governo, as empresas, executivos e gestores também devem ou deveriam fazer o seu "tema de casa" nas suas organizações, e que tema de casa é este? Passam pelas reformas estruturais nas companhias, na reinvenção dos processos, produtos, custos e atenção aos clientes. 

USO DA MATRIZ DE KRALJIC - APLICAÇÕES II

     A Matriz de Posicionamento Estratégico de Materiais (MPEM), é uma ferramenta importante para as organizações, pois grande parte dos insumos são comprados pelas companhias, podendo chegar a níveis de 70% ou mais em materiais adquiridos em empresas montadoras.
Um número grande de Empresas Industriais tem tratado a questão da aquisição de matérias-primas, componentes e serviços de uma forma padronizada e única, aplicando muito a famosa curva ABC de classificação e priorização dos insumos, logo usa-se uma forma uniforme e não segmentada de estratégia de aquisição de materiais.
A MPEM é um avanço em relação à situação descrita acima, pois classifica e prioriza a estratégia que devemos adotar para cada tipo de insumo adquirido, porque ela avalia a Influência nos resultados, e mostra também a Influência no Risco de Suprimento, combinando e posicionando cada tipo de material, logo direciona qual a melhor gestão e plano de ações para cada um deles.

 

O que é fluxo de atendimento ou fluxo de valor?


O fluxo de atendimento está intimamente ligado ou pode ser dito que é o resultado do fluxo de valor.

            Uma das grandes dificuldades na cadeia de suprimentos é que os gestores de cada departamento nas organizações não conseguem ver ou estão míopes em relação aos fenômenos fora de suas áreas. Esta miopia muitas vezes é maximizada pela departamentalização “trancando” a movimentação de informações e materiais ao logo do fluxo de atendimento como curvas de rio. Com isto, os produtos ou serviços não fluem com rapidez, logo, comprometem o atendimento ao cliente e por consequência causam danos ao fluxo de caixa das companhias.

            O fluxo de atendimento é o desenho e o dimensionamento por onde passam os produtos e informações. Este desenho deve ser construído por todos os setores onde os insumos e informações passam.

            Uma das virtudes ou resultados do bom fluxo de atendimento ou fluxo de valor é uma boa fluidez nas informações e uma ótima eficiência na velocidade de atravessamento dos produtos.
            Para construirmos um fluxo de atendimento e o fluxo de valor, os gestores e colaboradores devem estar abertos a uma profunda análise dos problemas de seus departamentos. Esta construção deverá ser feita em equipe e é primordial o envolvimento de todos os principais membros de cada setor, com isto, o resultado da análise do fluxo de valor será uma melhoria no atendimento do cliente final.

TRF - Troca Rápida de Ferramentas II


A TRF, Troca Rápida de Ferramentas já foi bem conceituada em diversos trabalhos e em várias aplicações na indústria, com muitos ganhos de custos e de redução de riscos de acidentes...

Mas, um aspecto interessante é a aplicação do TRF em trabalhos nos escritórios e nas tarefas corriqueiras.

Nós passamos muito tempo resetando o cérebro quando trocamos de atividade, ou seja, estamos em uma reunião de negócios, por exemplo, e depois vamos para outra reunião de gestão.

Quanto tempo perdemos até engrenar novamente?

Será que não perdemos muito tempo entre uma reunião e outra com tarefas que não são a atividade fim?

Será que não é possível aplicar o conceito do TRF para eliminar os desperdícios entre uma tarefa e outra?

Qual o nosso principal foco? Assim como em uma prensa de estamparia de peças ela não pode parar muito tempo com o setup de ferramentas, pois é um recurso caro, o nosso cérebro também é um recurso caro e devemos nos dedicar somente a atividade fim!

TRF - Troca Rápida de Ferramentas

A TRF, Troca Rápida de Ferramentas já foi bem conceituada em diversos trabalhos e em várias aplicações na indústria, com muitos ganhos de custos e de redução de riscos de acidentes. Quando busca-se livros, artigos e matérias na internet, aparecem inúmeras oportunidades de aprendizado.
Mas, um aspecto interessante é a aplicação do TRF em trabalhos nos escritórios ou em serviços, pois é raro encontrarmos trabalhos fora da indústria. Acha-se aí uma ótima oportunidade de estudos e aplicações em serviços, pois o que gostaria de abordar é o conceito TRF nestas áreas, ou seja, diminuir o setup da troca de atividades em serviços.

Controle de Inflação e Custos nas Organizações II

Bem, como podemos controlar os custos dos materiais usados nas organizações? Uma boa alternativa é montarmos uma planilha eletrônica de controle, onde faremos a projeção dos aumentos e reduções de custos. É de suma importância, envolvermos os negociadores, compradores e gestores de Compras, onde os mesmos devem coletar informações no mercado e ajustar as projeções dos custos.

Controle de Inflação e Custos nas Organizações I

Uma das tarefas importantes dos gestores de uma organização é o bom controle das movimentações dos custos, ou seja, os custos internos da empresa estão diminuindo ou aumentando? Além disto, o que acontecerá nos próximos 3 ou 4 meses? Esta é outra habilidade necessária do gestor, porque com uma boa projeção de custos,protege-se as margens dos produtos da companhia. Como fazer isto? Como proteger as margens e os custos da empresa? Algumas respostas para as perguntas acima estão diretamente ligadas a termos ou construirmos um sistema inteligente de projeção de custos e de inflação interna. Para isto, podemos comprar um software, se eles existir, ou construirmos um sistema de controle baseado em planilhas eletrônicas...

Código de Barras I

O que vou abordar aqui é temos que avaliar com frieza onde usar, como usar e quando aplicar o códigos de barras nas empresas.
O foco principal neste manuscrito será a aplicação em empresas montadoras do ramo metal mecânico, principalmente nos almoxarifados destas.
O principal cuidado é na escolha da tecnologia e o redesenho de processos no fluxo dos materiais, pois este é um bom momento para as melhorias nos fluxos de informações e de produtos dentro dos almoxarifados.

Demanda Dependente e Independente II




Bem, continuando a falar sobre as Demandas Dependente e Independente, pode-se explorar mais o tema, inclusive ligando-o com o Sistema Toyota de Produção.

Qual é este link com o sistema Toyota?

O principal deles é que a Demanda Independente pode ser acionada pelo Kanban, não dependendo de itens pais ou de ordens de fabricação vindas do PCP. Logo, o Kanban é uma ferramenta que gera a demanda independente.

Inflação III

Como já descrito nos blocos anteriores, estamos vivendo um momento da retomada da pressão de preços.
Quando passamos por estes períodos, é importante planejar bem os movimentos dentro das organizações.
Podemos usar de algumas artimanhas para reduzir o impacto inflacionário, ou seja, planejar os aumentos e repasses nos custos, logo minimizar as perdas, ou até anulá-las. Outro caminho é planejar e retomar as reduções de custos nos materiais diretos, porque sempre temos como renegociar alguns contratos, alterar algumas especificações de engenharia, importar de algum pais em que este insumo esteja com um bom preço ou até fazermos um bid, estabelecendo assim uma nova base de custos. Observem estas dicas!

Inflação II


Pois é, a inflação nos insumos industriais já está mostrando as suas garras.
Algumas das principais commodities já estão pressionando a base industrial por aumentos, até porque, alguns materiais no mercado internacional recuperaram seus preços.
Neste momento devemos ter muita atenção com as carteiras de pedidos e os negócios que estamos prospectando, pois um negócio bom hoje, poderá ser péssimo amanhã quando este aterizar dentro da organização.Talvez seja importante reavaliar o plano de projeção anual no orçamento, e ficarmos atentos para as movimentações das cotações dos preços no mercado.

Inflação

Muito cuidado devemos ter neste primeiro semestre de 2011. O planejamento de produção e orçamentação deverá estar afinada, pois do contrário teremos problemas nas projeções das margens de lucro das organizações.
Os insumos estão sofrendo com a pressão inflacionária e com a falta de planejamento das empresas, porque a produção ainda está em alta e consequentemente, os materiais são aumentados em seus preços.

Plano 2011 O que fazer?

Vamos avaliar friamente os dados e informações que estão rodando no mercado. Temos vários "lados" e direções opostas. Os economistas apontam dolar, taxa de juros e outros indíces que divergem. Além destes, as commodities estão variando muito, com um desvio padrão nas cotações muito grande, ou seja, podem aumentar em 2011, mas podem cair. Será muito complicado montar um planejamento para projetar o 2011 e chegar perto de um número que satizfaça as empresas e seus resultados.
A minha sugestão é projetar planos somente para 3 meses para frente, esquecer o anual, pois as carteiras de pedidos estão cheias e qualquer erro poderá ser fatal para os lucros das organizações.

2011


Estamos nos preparando para os planos e orçamentos nas empresas para 2011.
Será um grande desafio montar um planejamento para 2011, pois o Brasil está em amplo crescimento, mas existem problemas estruturais para serem resolvidos que levarão alguns anos.
A Europa parece retomar depois da crise, mas ainda é uma retomada lenta, somado a isto, os caminhos que o Euro será colocado.
Além da Europa, os USA, estão começando a reagir e retomar também o crescimento.
A China até agora não parou de crescer e parece que não vai ser ano que vem que os chineses vão diminuir a corrida, com isto as commodities metálicas e outras podem retomar a alta nos preços e pressionar a inflação.
É, são vários fatores importantes para serem avaliados e levados em consideração antes da montagem de um planejamento para 2011, temos que ter cuidado e cautela!

Gargalos de Produção




Estamos em um bom momento no Brasil, onde a economia está crescendo em vários setores e com isto aparecem os gargalos brasileiros. Alguns deles são importantes e necessitam de investimentos em grande monta e demandam longo tempo para retomar a normalidade. Estamos falando do gargalo lógístico, onde este afeta os portos, aeroportos e estradas, não nos esquecendo também das estradas de ferro que praticamente não existem em quantidade mínima para transportar grandes quantidades de cargas e passageiros.
Necessitamos avaliar com cuidado os investimentos nas empresas que atuamos e buscar uma melhor economia no aspecto logístico, pois este será o tema para os próximos anos no Brasil.
O que mudou desde setembro de 2010 no Brasil?