Divulgar, questionar, desenvolver conceitos e buscar sinergias entre as áreas de Supply Chain, Logistica, Operações, Suprimentos e Compras. Trabalhar nos conceitos de Supply Chain e promover publicações e palestras sobre o tema.
Como a Logística está reagindo e como reagirá após a crise econômica?
Ações para melhorar a Logística após a crise!
Nas últimas semanas você deve estar lendo, vendo e ouvindo falar sobre a grande safra de grão que o Brasil está atingindo e os grandes resultados que estamos tendo em nossa balança comercial através do agrobusiness. E você não acha que isto é ótimo? Eu acho que Sim!
Abaixo
mostro para você a produção brasileira de grãos nos últimos anos, onde você pode
observar um aumento na produção de mais de 32% em relação a 2011/12.
Segundo o IBGE, temos entre 10% e 12% de perda de grãos durante o transporte após a saída da porteira das fazendas, ou seja, isto deverá representar uma perda de 22 milhões de toneladas nesta safra!
Um dos modais mais utilizados para transportar toda esta carga anualmente é o transporte rodoviário, fazendo uso das nossa estradas, que em alguns casos estão em péssimas condições de trafegabilidade, e como consequência os custos e as perdas são muito grades. Estatísticas do IBGE diz que perdemos entre 10% à 12% a cada safra. Você pode imaginar o que é isto? São mais de 600.000 carretas de caminhões em perdas por safra!
Como transportar esta safra toda até os consumidores finais, ou como levar estes grãos até os portos para exportar?
Continue lendo este artigo, que vou abordar uma saída para reduzir as perdas de grão durante o transporte...
Além disto, após os grãos chegarem nos portos, sofremos com outras ineficiências e perdas, aumentando também os custos de exportação. Para você ter uma ideia, anualmente perdemos 6% do PIB por ano, aproximadamente R$ 250 bilhões, segundo o Banco Mundial.
E as nossas ferrovias?
Segundos estudos e estatísticas da ABIFER - Associação Brasileira da Indústria Ferroviária, tivemos em média por ano na década de 70, mais de 30.600 vagões produzidos. Depois caímos para uma média anual de 3.400 vagões produzidos na década de 90, praticamente sucateando o transporte ferroviário no pais. Abaixo mostro para você no gráfico, mais detalhes da produção média anual por década.
Você deve estar se perguntando como está hoje a produção média de vagões...estamos recuperando o atraso das décadas anteriores, ufa!
E quais são os seus sonhos para este desafio de perdas de grãos no transporte ?
-Acredito que você deve estar desejando estradas mais conservadas;
-Também você deve estar pensando em mais ferrovias com vagões de cargas eficientes;
-Portos preparados para escoar a safra com maior rapidez e economia;
-Sistemas aduaneiros eficientes facilitando a exportação e com menor burocracia.
Bem, estes são apenas alguns sonhos que eu e você estamos pensando e desejando, certo?
E que tal minimizar a perdas de grãos e de quebra diminuir os impactos dos prejuízos causados pelo transporte?
Qual o segredo para alcançar esta meta de redução nas nossas perdas?
A grande saída para a redução nos impactos nas perdas é agregarmos valor aos nosso produtos. Temos que reduzir a exportação das commodities diretamente e de forma pura, ou seja, agregar valor aos produtos vendidos no mercado interno e exportados. Como?
Aprofundando o nosso conhecimento na cadeia de suprimentos do agronegócio e transformando os nossos grãos em leites de alta qualidade, iogurtes, ovos ou massas, e nas venda finais multiplicarmos o valor agregado aos produtos vendidos.
Resumindo, a saída é diminuirmos o transporte de grãos até os portos e passarmos a transportar e exportar produtos de maior valor agregado, deixando a cadeia de suprimentos do agronegócio mais forte. Um bom exemplo disto são as nossas grandes cooperativas que transformam produtos e agregam valor.
Se você está gostando destas ideias e do artigo e quer apoiar mais pessoas a enfrentar os desafios na cadeia de suprimentos, compartilhe ou deixe a sua opinião. Abs!
Adeus stress do ano velho! Como fica a economia em 2017?
Você passou por alguma
preocupação devido ao cenário econômico e político em 2016?
Abaixo, resgatei
alguns indicadores de 2016 para fazermos uma breve análise. Vamos recordar o que
passamos neste ano que está acabando:
PIB = -3,2%
IPCA = 7%
Desemprego =
11%
Política = ?
(*)
Safra de grãos
= -10%
(*) Fica por
sua conta!
Os números
acima, já são o suficiente para entender como foi 2016 para você, certo?
Foi duro,
corrido e estressante, então chega! Você não precisa de mais memórias
tristes... Não é necessário falar sobre 2016, melhor esquecer!
Com o ano de
2016 acabando é melhor seguir o ditado:
“Julgue seu sucesso pelas
coisas que você teve que renunciar para conseguir.” Dalai Lama.
Continue lendo
este artigo e você verá que os ventos estão mudando, e para melhor!
As notícias
para ao próximo ano, no que tange aos indicadores macroeconômicos, são
melhores, e a comunidade profissional já está cansada índices ruins. Todos já
fizemos a nossa parte dentro das empresas e em casa, e você concorda com isto?
No infográfico
abaixo, mostro para você um comparativo entre 2016 e 2017 com alguns
indicadores macroeconômicos, onde você pode ver que há uma substancial melhora
no quadro geral da economia:
Você acredita
que 2017 será melhor que 2016?
Eu acredito
que sim, pois alguns indicadores já apresentam ligeira melhora para o Brasil no
próximo ano, ou seja, estou otimista que será o início de uma longa recuperação
na economia para os anos vindouros. Feliz 2017!
KUHN Montana - Planta Industrial en Brasil - Costumbres Rurales 575
Filmagens na Planta de São José dos Pinhais no Paraná, na planta da Kuhn Montana em 2016
https://www.youtube.com/watch?v=hhL6iBNq7eU
https://www.youtube.com/watch?v=hhL6iBNq7eU
Publicações na Revista Lideranças
Revista Lideranças, muito obrigado pela oportunidade de expor algumas ideias e opiniões sobre os momentos que estamos passando em nosso pais.
Você está com problemas na cadeia de suprimentos?
Você está com
problemas na cadeia de suprimentos (s o f r i m e n t o s...)?
O que fazer com os seus fornecedores “quebrando”?
Na atual conjuntura econômica
onde os indicadores macroeconômicos dos últimos dois anos estão desfavoráveis e
impactando diretamente na cadeia de suprimentos, com muitos elos da corrente rompendo,
onde vários players estão quebrando, entrando em concordata, demitindo funcionários, reduzindo jornadas de trabalho ou fechando
unidades de negócios...
Você está passando por esta
situação?
Como dizia Harry Truman:
"O progresso acontece quando
líderes corajosos e hábeis agarram a oportunidade para mudar as coisas para
melhor".
Continue lendo este artigo que vou te dar 5 dicas de como mudar as coisas para melhor junto a sua Supply Chain:
Dica # 1 - Avaliação de Riscos
Nestes tempos difíceis, crie uma metodologia para avaliar os riscos na sua cadeia de suprimentos, ou seja, você pode usar ferramentas de análise disponíveis no mercado para ver onde existem elos fracos e preparar planos de ações para superar as surpresas com o fechamento de empresas, por exemplo.
Ainda dentro deste tópico, você pode criar um comitê de análise de riscos de suprimentos com colaboradores de diversas áreas da organização. Onde: pode-se discutir os maiores riscos e elaborar alternativas para futuros desafios.
Dica # 2 - Acompanhamento de mercado
Fique atento as notícias do mercado em geral e acompanhe de perto o que está acontecendo com seus parceiros comerciais. Logo abaixo te dou um exemplo prático desta dica:
Dica # 1 - Avaliação de Riscos
Nestes tempos difíceis, crie uma metodologia para avaliar os riscos na sua cadeia de suprimentos, ou seja, você pode usar ferramentas de análise disponíveis no mercado para ver onde existem elos fracos e preparar planos de ações para superar as surpresas com o fechamento de empresas, por exemplo.
Ainda dentro deste tópico, você pode criar um comitê de análise de riscos de suprimentos com colaboradores de diversas áreas da organização. Onde: pode-se discutir os maiores riscos e elaborar alternativas para futuros desafios.
Dica # 2 - Acompanhamento de mercado
Fique atento as notícias do mercado em geral e acompanhe de perto o que está acontecendo com seus parceiros comerciais. Logo abaixo te dou um exemplo prático desta dica:
"Outro dia eu ví na Internet que uma empresa de outro ramo de negócios, diferente do meu havia pedido concordata".
E o que tem há ver comigo? Nada? Tudo! Por quê?
Esta empresa que havia solicitado concordata era uma das maiores clientes de um dos nossos fornecedores.
E o que aconteceu com o nosso fornecedor?
Devido à dependência que ele tinha deste outro cliente que havia pedido concordata, a consequência foi que, o nosso fornecedor colocou seus funcionários de férias e mais adiante pediu concordata também, afetando diretamente as entregas para a nossa linha de montagem!
Sugestão que dou para você: visite regularmente seus parceiros, fornecedores, clientes, etc. o velho "olho no olho"!
E o que tem há ver comigo? Nada? Tudo! Por quê?
Esta empresa que havia solicitado concordata era uma das maiores clientes de um dos nossos fornecedores.
E o que aconteceu com o nosso fornecedor?
Devido à dependência que ele tinha deste outro cliente que havia pedido concordata, a consequência foi que, o nosso fornecedor colocou seus funcionários de férias e mais adiante pediu concordata também, afetando diretamente as entregas para a nossa linha de montagem!
Sugestão que dou para você: visite regularmente seus parceiros, fornecedores, clientes, etc. o velho "olho no olho"!
Dica # 3 - Plano de desenvolvimento de parceiros
O que você pode fazer pela sua Supply Chain?
Bem, o que posso te dizer é que no passado já desenvolvi planos de desenvolvimento de cadeia de suprimentos, e como consequência deste programa é uma melhora considerável no desempenho dos fornecedores, blindando-os para momento de crise.
E como você pode fazer este desenvolvimento?
Uma das receitas é usar entidades que tem programas de desenvolvimento de fornecedores já elaborados, abrangendo desde o planejamento estratégico, posicionamento de mercado, controladoria, fluxo de caixa e operações.
Reúnem-se os fornecedores alvo do programa de desenvolvimento organizacional e a sua empresa entra como companhia apoiadora do programa, podendo dividir os custos ou não. Uma dica que te dou é usar as unidades do SEBRAE ou universidades da sua região, que já possuem verba direcionada para estes programas.
Dica # 4 - Crie a cultura multi-fontes
Cuidado...você está na dependência de somente uma alternativa?
- Então, após você avaliar o risco de mercado, parceiros e fornecedores;
- Você acompanha de perto os movimentos do mercado;
- Desenvolve os fornecedores que querem ser desenvolvidos;
- Você criou alternativas para futuros problemas...
Mas mesmo assim, ainda aparecem surpresas que você não contava...
Dica: avalie o desafio rapidamente e aplique a sua estratégia com velocidade máxima, pois a crise está aí e não perdoa falta de foco e objetividade!
Não resolve você ter as ferramentas, planos de ação, comitês e etc. e tal, se não for efetivo e veloz na busca de soluções para mudança de cenário.
Abs e boa sorte!
Se você está gostando desse artigo e quer ajudar mais as pessoas a enfrentarem seus desafios na cadeia de suprimentos, ajude a divulga-lo e compartilhe.
O que você pode fazer pela sua Supply Chain?
Bem, o que posso te dizer é que no passado já desenvolvi planos de desenvolvimento de cadeia de suprimentos, e como consequência deste programa é uma melhora considerável no desempenho dos fornecedores, blindando-os para momento de crise.
E como você pode fazer este desenvolvimento?
Uma das receitas é usar entidades que tem programas de desenvolvimento de fornecedores já elaborados, abrangendo desde o planejamento estratégico, posicionamento de mercado, controladoria, fluxo de caixa e operações.
Reúnem-se os fornecedores alvo do programa de desenvolvimento organizacional e a sua empresa entra como companhia apoiadora do programa, podendo dividir os custos ou não. Uma dica que te dou é usar as unidades do SEBRAE ou universidades da sua região, que já possuem verba direcionada para estes programas.
Dica # 4 - Crie a cultura multi-fontes
Cuidado...você está na dependência de somente uma alternativa?
Você pode avaliar a sua lista de parceiros, fornecedores, clientes e prestadores de serviços e analisar o nível de dependência que sua companhia tem dos mesmos.
Existem ferramentas no mercado e boa literatura para serem usadas e depois plotar os dados, emitindo diagnósticos de dependência de sua cadeia, depois use-as para planos de ação, mas inicie logo a busca de alternativas para suas parcerias comerciais, pois em momentos de crise ficar dependendo somente de uma fonte ou somente de um tipo de mercado poderá ser fatal para o seu negócio, inclusive para a sua carreira profissional!
Outra dica que te dou neste tema da dependência é: crie a cultura em sua empresa junto aos seus colaboradores para sempre desenvolvermos produtos ou serviços que não fiquem focados somente em um só fornecedor ou um só mercado, a velha máxima da vovó: "não coloque todos os ovos em uma só cesta!".
Dica # 5 - Seja rápido!
Você fez tudo certinho, mas ainda encontra problemas?
Outra dica que te dou neste tema da dependência é: crie a cultura em sua empresa junto aos seus colaboradores para sempre desenvolvermos produtos ou serviços que não fiquem focados somente em um só fornecedor ou um só mercado, a velha máxima da vovó: "não coloque todos os ovos em uma só cesta!".
Dica # 5 - Seja rápido!
Você fez tudo certinho, mas ainda encontra problemas?
- Então, após você avaliar o risco de mercado, parceiros e fornecedores;
- Você acompanha de perto os movimentos do mercado;
- Desenvolve os fornecedores que querem ser desenvolvidos;
- Você criou alternativas para futuros problemas...
Mas mesmo assim, ainda aparecem surpresas que você não contava...
Dica: avalie o desafio rapidamente e aplique a sua estratégia com velocidade máxima, pois a crise está aí e não perdoa falta de foco e objetividade!
Não resolve você ter as ferramentas, planos de ação, comitês e etc. e tal, se não for efetivo e veloz na busca de soluções para mudança de cenário.
Abs e boa sorte!
Se você está gostando desse artigo e quer ajudar mais as pessoas a enfrentarem seus desafios na cadeia de suprimentos, ajude a divulga-lo e compartilhe.
Como será o futuro do mercado de máquinas agrícolas brasileiro?
Pense comigo: O
mercado de venda de tratores e colheitadeiras nos últimos 4 anos teve uma queda
em média de 45%! Mas, está retomando!
Primeiramente, para
explicar esse declínio, vou mostrar para você às estatísticas na venda de
tratores e colheitadeiras no mercado brasileiro comparando os últimos quatro
anos e suas consequências para a cadeia produtiva. Acompanhe a análise no
infográfico abaixo e você verá números surpreendentes na indústria de máquinas
agrícolas brasileira, segundo a ANFAVEA (Associação Nacional dos Fabricantes de
Veículos Automotores):
![]() |
| Infograma - Revista Lideranças Setembro, 2016
O mercado de máquinas agrícolas está retomando e o momento é de otimismo para os fabricantes. Otimismo, 2017 já será melhor!
Veja a análise completa e a opinião deste mercado na http://grupoliderancas.com.br/revista-05/ pags 30 e 31 |
Publicação na Revista Lideranças
Abaixo a capa da Revista Lideranças e a matéria de Opinião publicada na pg 54.
Boa Leitura!
http://grupoliderancas.com.br/revista-04/
Boa Leitura!
http://grupoliderancas.com.br/revista-04/
Como atingir Reduções de Custos de forma consistente?
A maioria das organizações,
principalmente em momentos de crise, cobra de você reduções de custos!
É prioritário o tema de redução
de custos dentro das empresas, e aí você recebe pressão para atingir resultados
e melhorar a lucratividade dos produtos, certo?
Está sendo pressionado para
reduzir custos?
Você está sentindo isto?
Então você e seus líderes saem
correndo para todos os lados buscando reduzir custos, pedindo descontos para os
fornecedores, trocando os fornecedores por outros mais baratos e assim tentando atingir
os resultados de curto prazo.
Pergunto:
A sua empresa tem metodologia de
redução de custos, ou melhor, de inovação?
Você possui ou a sua empresa tem
foco para inovar e reduzir custos?
Se as respostas para as perguntas
acima é não, então continue lendo este artigo..., pois tenho um caminho para te propor!
Um bom caminho a seguir é criarmos times de redução de custos com o foco nos principais insumos usados em sua companhia, mas o importante é você usar ferramentas de inovação e de follow-up em seu cotidiano.
Nada adianta você fazer tempestade de ideias e não conseguir implementar o que foi proposto, por isto, tome cuidado! Não esqueça de usar um processo de criação e controle.
Uma sugestão que te dou é estudar o modelo A-F do Philip Kotler, porque é um instrumento que você facilmente poderá aplicar na sua organização.
Além disto, você define os papéis de cada ator no processo de criação, inovação e implementação das reduções de custos.
Preste atenção a esta dica que estou te dando, muitas iniciativas naufragam ao longo do tempo devido a falta de foco e da definição de quem faz o que. Então mão à obra! Estude e aplique o método A-F, e boa sorte com as sua conquistas de reduções de custos!
Um bom caminho a seguir é criarmos times de redução de custos com o foco nos principais insumos usados em sua companhia, mas o importante é você usar ferramentas de inovação e de follow-up em seu cotidiano.
Nada adianta você fazer tempestade de ideias e não conseguir implementar o que foi proposto, por isto, tome cuidado! Não esqueça de usar um processo de criação e controle.
Uma sugestão que te dou é estudar o modelo A-F do Philip Kotler, porque é um instrumento que você facilmente poderá aplicar na sua organização.
Além disto, você define os papéis de cada ator no processo de criação, inovação e implementação das reduções de custos.
Preste atenção a esta dica que estou te dando, muitas iniciativas naufragam ao longo do tempo devido a falta de foco e da definição de quem faz o que. Então mão à obra! Estude e aplique o método A-F, e boa sorte com as sua conquistas de reduções de custos!
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abaixo sobre o que você mais gostou nesse artigo, ou sobre alguma dica
extra que você deseja compartilhar conosco ou até mesmo alguma crítica sobre
esse texto.
Purchasing Strategy, o que é isto?
Quais as ferramentas podemos usar
para implantar uma estratégia em compras?
Uma das dificuldades que tenho
como executivo da área de Supply Chain é elaborar e implementar estratégias em suprimentos, leia-se: Compras,
Materiais, Logística e importação.
Quando eu não tenho
estratégia...”Todos os caminhos estão errados quando você não sabe onde quer
chegar.” – William Shakespeare.
Logo, mesmo com a atual situação de crise econômica e política, você tem que ter um plano!
Nossa cultura de crises fez com que não nos habituássemos a planejar,
porque se tudo vai mudar amanhã, portanto, por que
eu tenho que planejar?
Neste momento crítico que estamos passando no cenário macroeconômico, você já foi desafiado a planejar?
Se sim, continue lendo este artigo, pois tenho uma dica para te dar.
Logo abaixo vou mostrar uma ferramenta interessante para você aplicar em Strategic Purchasing, Strategic Sourcing, ou melhor, implementar nas áreas de Supply Chain, Compras e no Suprimento estratégico.
Esta ferramenta chama-se MPEM - Matriz de Posicionamento Estratégico de Materiais.
O que é a Matriz de Posicionamento Estratégico de Materiais?
É uma ferramenta importante para as empresas focarem as estratégias de compras nos principais itens, ou seja, minimizar os riscos de suprimento e reduzir custos de forma focada e direcionada de acordo com a importância de material.
Foi criada por Kraljic e sua publicação em trabalhos acadêmicos foi feita em 1983, também conhecida internacionalmente como "Kraljic portfolio purchasing model". Saiba mais logo abaixo.
Como a MPEM está dividida?
- Componentes competitivos;
- Componentes não críticos;
- Componentes de risco;
- Componentes estratégicos.
Como é composta a MPEM?
Além dos 4 quadrantes já destacados anteriormente, a MPEM possui o eixo "X", que mede o risco de suprimento de cada item e o eixo "Y" que te dá a relevância na lucratividade e nos custos da organização.
Após você classificar cada material de sua empresa, o importante é montar um plano de ação e uma política de materiais para cada quadrante, definindo assim como será regras para serem seguidas pela área de Supply Chain.
Vamos lá! Mãos à obra, monte a sua MPEM em sua empresa!
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Palestra AMCHAM: Impacto logístico | Como lidar com os problemas de infraestrutura e encargos tributários
O Brasil passa por uma crise política sem precedentes, se vê sem investimentos em infraestrutura e com uma carga tributária alta. Em meio a este período turbulento, qual estratégia e quais as ferramentas de gestão aplicar na área de logística? Como empresas com dependência de movimentações de materiais podem se preparar para navegar neste mar de incertezas? Você é nosso convidado a debater estratégias para fazer a gestão da cadeia e discutir algumas saídas em um ambiente que requer trafegar por uma economia desajustada e com exigências de resultados diários.
PROGRAMAÇÃO
Impacto logístico | Como lidar com os problemas de infraestrutura e encargos tributários.
08h30 - Welcome Coffee
09h00 - Conversa com João Mayer
10h15 - Momento de perguntas
INFORMAÇÕES
Contato: E-mail: eventos.curitiba@amchambrasil.com.br
Telefone: (41) 2104-9350
Telefone: (41) 2104-9350
Local: A Amcham fica localizada à Rua João Marchesini, 139 - Prado Velho, próxima ao Big da Avenida das Torres.
http://www.amcham.com.br/comites/agenda/tpl_evento?event_offer_id=3640208&organization_id=112
http://www.amcham.com.br/
Controle de estoques, demanda dependente e independente!
Quais as dificuldades nas organizações na atual conjuntura
macroeconômica e política?
Uma delas é reduzir custos e adequar as empresas ao tamanho
do mercado. Logo você recebe uma pressão grande para redução dos seus estoques.
A velha máxima que ouvimos várias vezes: “Quando os ventos
mudam, temos que ajustar as velas do barco” é uma grande verdade!
Mas como ajustar as velas do barco no turbilhão que estamos
passando?
Como disse um dos mestres da Administração:
“O planejamento de longo prazo não
lida com decisões futuras, mas com o futuro de decisões presentes.” Peter Drucker
Portanto, estamos pagando hoje com problemas, das más decisões que
tomamos ontem!
No Brasil o custo do dinheiro é o mais alto do mundo e um planejamento
errado custa caro para as companhias. Uma da forma de pagar os erros que
tomamos é através do excesso e do desbalanceamento dos estoques.
Na atual crise, você já teve a necessidade de reduzir os
estoques?
Abaixo vou ensinar 5 regras para um bom controle de
estoques:
Regra #1: Crie
Standards de armazenagem
Para um bom controle de estoque nada melhor que
além de confiarmos em nosso sistema, termos também regras de armazenagem, ou seja, crie tamanhos e tipos de embalagens
para cada produto, assim quando aumentamos os estoques, as embalagens nos
avisam de forma visual onde está o excesso. Como funciona isto, basicamente não
temos mais onde colocar produtos, logo visualmente os estoque “gritam”: ei,
aqui não cabe mais nada, chega!
Portanto, a
dica 1: Crie tipos de embalagens para cada tipo de produto e estabeleça uma
máximo de quantidade de embalagens por produto. Estabeleça a regra e divulgue
para o seu time.
Regra #2: Revise os
estoques de segurança
Os ERP´s nas
organizações possuem regras de estoques de segurança, ou seja, estabelecem um
mínimo de quantidade de produtos por tipo de dificuldade de reabastecimento,
reposição do estoque e de lead time de
entrega de novos estoques, mas no atual cenário econômico você já revisou estas
regras para a conjuntura que sua empresa está passando?
Será que você
não deveria reduzir a quantidade de produtos no estoque de segurança?
A sua equipe
está atenta para rever as quantidades mínimas por produto estocado?
O tempo vai
passando e quando vemos, os estoques estão aumentando, porque falta uma revisão
detalhada dos estoques de segurança. Não perca tempo, reduza o estoque de
segurança e se não for possível rever, renegocie também com os seus
fornecedores para reduzir os lotes mínimos, por que não?
Regra #3: Controle melhor seus estoques
É importante
salientar que o controle dos estoques é primordial para você obter o máximo de
rendimento das aplicações financeiras da companhia.
Como controlar os estoques de forma
eficiente?
Um caminho é
aplicar tecnologias de controle como o WMS, códigos de barras, VMI entre
outros, ou seja, fazer uso de tecnologia, que a curto prazo faz-se necessário
investimentos, mas que a longo prazo o retorno é evidente com ganhos de redução
dos estoques e eficiência na acuracidade dos mesmos.
E se você não tiver dinheiro para aplicar
tecnologias de TI?
Um caminho é
você implementar o inventário cíclico, que nada mais é do que conferir com certa peridiocidade
os principais itens que compõem o seu estoque.
Continue lendo este artigo para saber mais sobre o que fazer com as demandas.
Regra #4: O que fazer com a demanda dependente e independente
Primeiramente,
o conceito de demanda dependente e independente deve estar presente na
companhia.
Você sabe o que é demanda dependente e a
diferença com a independente?
Quando falamos
de demanda dentro de um sistema MRP/MRPII, devemos ter em mente que existe uma
divisão desta. Entendendo o que é demanda
dependente e independente facilitará a programação de fornecedores e da
fábrica, principalmente quando temos itens críticos e com longo lead
time de fabricação.
Os itens de demanda dependente são
aqueles que estão ligados aos planos de produção ou a itens pai, estes estão
também dentro de uma estrutura de produto e logicamente dependem da demanda deste
nível hierárquico para serem programados, sendo assim, por exemplo, todos os
itens comprados ou componentes fabricados internamente seriam de demanda dependente, porque necessitam
que sua fabricação seja acionada por outro produto final.
Já os itens acabados, o produto final, são de demanda independente não dependendo de outro nível de estrutura para serem calculados e fabricados. Outro exemplo de demanda independente são as peças de reposição, pois são fabricadas de acordo com um pedido direto do cliente.
Já os itens acabados, o produto final, são de demanda independente não dependendo de outro nível de estrutura para serem calculados e fabricados. Outro exemplo de demanda independente são as peças de reposição, pois são fabricadas de acordo com um pedido direto do cliente.
Cuidado para
não misturar itens ou produtos que são de demanda dependente com os que são de
demanda independente e estes dependem somente da necessidade do mercado.
Regra #5: Quais os
tipos de estoques
Você sabe classificar os estoques?
Uma
forma de classificar os estoques é separar por tipos. Uma ferramenta que você
pode seguir é usar a famosa curva ABC de estoques, ou seja, quais são os itens que
mais giram em valor em um determinado tempo, por exemplo. Você pode calcular as
entradas de materiais no período de 12 meses e saber quais são os 20% em valor
que mais movimentaram neste tempo. Com estas informações em mãos, pode-se
avaliar quais o restante dos materiais movimentam pouco e cuidar as compras destes.
Também fazer promoções de venda dos itens de baixo giro, tendo como consequência
a redução do valor total de estoque da organização.
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esse texto.
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